Jufra do Brasil lança cartilha para a campanha da fraternidade 2014 e cartilha de encontros para a quaresma para a infância, micro e mini franciscanos

Fiel a tradição de cinco décadas, a CF de 2014 objetiva identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-lo como violação da dignidade e da liberdade humana, mobilizando cristãos e a sociedade brasileira para erradicar esse mal, com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus.

Assim nós, da JUFRA do Brasil, na vivência de nosso carisma Franciscano, juntos com toda a Igreja e suas pastorais estamos refletindo sobre o Tráfico Humano. Esta cartilha foi criada para auxiliar nas discussões e colaborar para o desenvolvimento de ações concretas. Preparem suas fraternidades e comunidades para juntos lutarmos contra essa triste realidade que se sustenta em um sistema injusto, em que o valor econômico sobressai ao valor da vida. Para baixar CLIQUE AQUI.

Fraternalmente, Igor Bastos
Subsecretário Nacional de Direitos Humanos, Justiça, Paz e Integridade da Criação




CARILHA DE ENCONTRO PARA A QUARESMA
Infância, Micro e Mini Franciscanos

Irmãos e irmãs,
A Quaresma é um período forte de apelo à vida de oração e à conversão. Era um momento de profundo recolhimento e reflexão também para o nosso Pai Seráfico São Francisco de Assis, pensando nisso a Subsecretaria Nacional de Infância, Micro e Mini Franciscanos lança agora dois encontros: um sobre a quaresma e outro sobre a Campanha da Fraternidade, e uma Via-Sacra para crianças e adolescentes, tudo preparado com muito carinho e numa linguagem voltada para os nossos irmãos e irmãs menores. Que todos possamos viver bem este momento e meditar a Paixão e Morte de Nosso Senhor para, assim, vivermos também com Cristo sua gloriosa Páscoa.


Para baixar a Cartilha CLIQUE AQUI.

Fraternalmente,

Rebecca Nascimento de Oliveira
Subsecretária Nacional de Infância, Micro e Mini Franciscanos

CNBB divulga declaração sobre os 50 anos do golpe civil-militar

O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) aprovou hoje, 1º de abril, declaração sobre os 50 anos do golpe civil-militar, intitulada “Por tempos novos, com liberdade e democracia”. O texto, assinado pela Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), alerta as “gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito”. Os bispos relembram “os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima” e reafirmam “o compromisso da Igreja com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos”. Leia, na íntegra, a declaração da CNBB.

DECLARAÇÃO
POR TEMPOS NOVOS, COM LIBERDADE E DEMOCRACIA
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB faz memória, neste 1º de abril, com todo o Brasil, dos 50 anos do golpe civil-militar de 1964, que levou o país a viver um dos períodos mais sombrios de sua história. Recontar os tempos do regime de exceção faz sentido enquanto nos leva a perceber o erro histórico do golpe, a admitir que nem tudo foi devidamente reparado e a alertar as gerações pós-ditadura para que se mantenham atuantes na defesa do Estado Democrático de Direito.
Se é verdade que, no início, setores da Igreja apoiaram as movimentações que resultaram na chamada “revolução” com vistas a combater o comunismo, também é verdade que a Igreja não se omitiu diante da repressão tão logo constatou que os métodos usados pelos novos detentores do poder não respeitavam a dignidade da pessoa humana e seus direitos.
Estabeleceu-se uma espiral da violência com a prática da tortura, o cerceamento da liberdade de expressão, a censura à imprensa, a cassação de políticos; instalaram-se o medo e o terror. Em nome do progresso, que não se realizou, povos foram expulsos de suas terras e outros até dizimados. Ate hoje há mortos que não foram sepultados por seus familiares.
Ainda paira muita sombra a encobrir a verdade sobre os 21 anos que fizeram do Brasil o país da dor e da lágrima. Ajuda-nos a pagar essa dívida histórica com as vítimas do regime a Comissão da Verdade que tem por objetivo trazer à luz, sem revanchismo nem vingança o que insiste em ficar escondido nos porões da ditadura.
Graças a muitos que acreditaram e lutaram pela redemocratização do país, alguns com o sacrifício da própria vida, hoje vivemos tempos novos. Respiramos os ares da liberdade e da democracia. Porém, é necessário superar a injustiça, a desigualdade social, a violência, a corrupção, o descrédito com a política, o desrespeito aos direitos humanos, a tortura... A democracia exige participação constante de todos.
Fiel à sua missão evangelizadora, a CNBB reafirma seu compromisso com a defesa de uma democracia participativa e com justiça social para todos. Conclama a sociedade brasileira a ser protagonista de uma nova história, livre do medo e forte na esperança.
Nossa Senhora Aparecida, padroeira de nossa Pátria, nos projeta com seu manto, ilumine nossas mentes e corações a fim de que trilhemos somente os caminhos da paz, da justiça e do amor.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB
Dom José Belisário da Silva, OFM
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Vice Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília 
Secretário Geral da CNBB


Fonte: CNBB

Um olhar Franciscano: 50 anos do Golpe Militar

"Quando alimentei os pobres chamaram-me santo, mas quando perguntei por que há gente pobre chamaram-me COMUNISTA"
Dom Helder Câmara

O Golpe Militar de 1964 foi uma ocupação violenta de todos os aparelhos de Estado, regida por atos institucionais, pela tirania, pela violação dos direitos humanos, pela repressão e pela violência.

O então Presidente da República João Goulart defendia reformas de base para modificar as estruturas sociais e econômicas do país. "Não apenas pela reforma agrária, mas pela reforma tributária, pela reforma eleitoral ampla, pelo voto do analfabeto, pela elegibilidade de todos os brasileiros, pela pureza da vida democrática, pela justiça social e pelo progresso do Brasil".

Em consequência, a opção pelos mais pobres e a luta por uma estrutura econômica mais justa gerou a manipulação da ideia da conspiração Comunista contra a pátria. O fortalecimento das organizações populares, como os sindicatos, levou à acusação de que se queria implantar uma “República Sindicalista”. Num mundo bipolar, em plena guerra fria, entre os Estados Unidos e a União Soviética, os militares, as elites brasileiras e a mídia se organizaram e difundiram que as reformas pretendidas pelo governo de João Goulart eram comunistas. Iniciou-se um processo de denuncismo e difundiram a idéia de que o país seria submisso à União Soviética e que os valores cristãos seriam destruídos. Na verdade tinham medo de perder seus privilégios.

Nessa época, muitos jovens católicos estavam em movimentos ligados à Ação Católica, como a Juventude Universitária Católica (JUC), a Juventude Operária Católica (JOC) e a Juventude Estudantil Católica (JEC). Um importante movimento, que foi tomando consciência dos problemas brasileiros era a Ação Popular que nasceu dentro da JUC anos de 1959/60. Após o golpe militar esses movimentos foram enxergados como laboratórios de idéias comunistas, e os seus participantes foram duramente perseguidos pelo regime militar. 
Por mais de 20 anos prevaleceu o medo e o martírio imposto a população brasileira. Jovens estudantes, operários, padres, frades, irmãs e todos os que se opuseram ao regime militar estavam sujeitos as barbáries executadas pelos militares.

Recentemente, documentos revelados pela Comissão Nacional da Verdade evidenciaram que a JUFRA foi objeto de investigação na época da Ditadura Militar. O prontuário de Nº 002800, de 30 de maio de 1974, com o título de “Juventude Franciscana – JUFRA” alegava que “é interessante que as atividades da organização passem a ser acompanhadas, pois dada a sua estrutura e poder de envolvimento psicológico do jovem, pode tornar-se perigoso instrumento de atividades subversivas no futuro, como ocorreu com várias organizações, entre as quais a AP (Ação Popular), que inicialmente tinham finalidades salutares, mas que depois tornaram-se facções de cunho esquerdista”.

Na realidade, o grande perigo no Brasil e na América Latina sempre foi o capitalismo selvagem que criou o maior fosso de desigualdades entre ricos e pobres, sem paralelos no mundo até os dias atuais. O golpe de 64 não foi um golpe contra o presidente João Goulart, e sim contra o povo brasileiro. O Golpe implantou uma ditadura que oprimiu o povo. Através da chamada doutrina de segurança nacional, os militares censuraram, torturam e mataram.  Milhares de dirigentes torturados, mortos, desaparecidos, outros tantos exilados, documentos e sindicatos destruídos.

Passaram-se 50 anos, mas ainda continua denuncismo moralista a serviço do enfraquecimento do Estado, os interesses do capital internacional, as elites com sua resistência às políticas sociais e aos direitos do povo, e uma mídia golpista. A memória é fundamental e junto com ela o julgamento dos crimes da ditadura, para que nunca mais se repitam.

Para conferir os documentos de investigação da Jufra clique aqui:


Fraternalmente,

Igor Bastos
Subsecretário Nacional de Direitos Humanos, Justiça, Paz e Integridade da Criação
Juventude Franciscana do Brasil
Email: igorguilherme.bastos@hotmail.com

www.dhjupic.blogspot.com

Hora do Planeta

A Hora do Planeta é um movimento global que une as pessoas para proteger o planeta. No final de março de cada ano, a Hora do Planeta reúne comunidades de todo o mundo que celebram um compromisso com o planeta, desligando luzes por uma hora designada.

Com o slogan “Use seu poder para salvar o planeta”, a Hora do Planeta 2014, iniciativa que tem o apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), aposta no poder de mudança que cada um possui. Marcada para este sábado (29), das 20h30 às 21h30, o movimento de apagar as luzes durante 60 minutos simboliza uma oportunidade de todos mostrarem o comprometimento com o meio ambiente.

A última edição da Hora do Planeta, em 2013, mobilizou 7 mil cidades de 154 países. No Brasil foram 113 cidades, chegando a mais de 627 monumentos artísticos, espaços públicos, prédios históricos, entre outros, que apagaram suas luzes em favor de um futuro sustentável.

Convidamos todos os Jufristas a participarem deste movimento. Junto a ele, reflitam sobre as questões ambientais e os desafios que nosso estilo de vida nos determina. “QUEREMOS SER testemunhas concretas no ambiente onde estivermos inseridos, com tudo aquilo que a nossa espiritualidade implica: alegria, serviço, compromisso e fraternidade.” Carta de Guaratinguetá: A Jufra que queremos ser

A Criminalização da Pobreza

Refletir sobre a brutalidade da morte de Cláudia Ferreira da Silva, assassinada e arrastada com um trapo pela viatura da polícia, nos revolta e faz pensar.

Em um artigo, no Blog Tijolaço, Fernando Brito indaga: “Quem mais matou Dona Cláudia?” Ele toca em uma crueldade cotidiana de nosso país, ao escrever:

“Sejamos honestos: seu brutal assassinato está chamando a atenção do país porque se filmou a queda de seu corpo do carro dos policiais e a cena dantesca de sua segunda morte. Porque a primeira morte de Cláudia foi ter sido baleada, essencialmente, por ser moradora de uma favela e negra. Se não era mãe de traficante – como a própria temia fossem confundidos seus filhos – era tia, amiga, prima, parente ou amiga deles. Devia ser: afinal era negra e favelada. E seus filhos deveriam ser, também eram negros e favelados. “Todo os dias, eles [ PMs] chegam atirando e depois vão ver quem é. Ela não deixava a gente ficar na rua com medo de acontecer alguma coisa ou de confundirem a gente com traficantes”. Como a Cláudia, seus filhos, milhares de Cláudias, Cláudios e Claudinhos.”

A criminalização da pobreza no Brasil é um processo histórico que se enraizou ideologicamente na cultura da sociedade brasileira desde o Brasil colônia. Ser pobre neste país, além de significar uma realidade de inúmeras dificuldades para se viver com um mínimo de dignidade, ainda tem que carregar o estigma de criminoso, de vagabundo…

Nos bairro periféricos, nas favelas e nos cortiços nos centros das médias e grandes cidades, habitam os que participam diretamente do processo de produção. A acumulação da riqueza no Brasil se fez às custa do sangue e do suor de milhões de pobres, espoliados.
Segundo Vera Malaguti Batista, socióloga, doutora em Medicina Social pelo Instituto de Medicina Social (UERJ) e secretária geral do Instituto Carioca de Criminologia (ICC), para pensar o Brasil e o mundo de hoje temos que pensar que quem sustenta a economia do mundo são os países e os setores pobres e periféricos. Criminalizá-los é algo bastante lucrativo. “O capitalismo produz várias formas de criminalização: vigilância, perseguição de camelôs, do comércio varejista de drogas”.

Em relação à pacificação, segundo Vera Malaguti, a palavra “pacificar” tem sentido genocida na sociedade brasileira. “As políticas de segurança pública transformam as favelas em campos de concentração, onde a gestão da vida cotidiana é policial. Primeiro chega a polícia, depois vêm os projetos sociais. Bem depois mesmo, porque o que vem primeiro é a light, a net, os bancos, os serviços privados, etc.”

A barbárie já não choca nem causa espanto aos olhos de muitos. Basta vermos quantos postam no facebook, a favor de atos de violência contra os pobres.  E como está se tornando comum atos como o que sofreu o jovem negro que foi espancado, teve a orelha cortada à faca, a roupa arrancada e foi preso pelo pescoço a um poste, nu, em plena via pública.

Por outro lado, a truculência policial está amparada por uma concepção de Estado autoritário herdado da ditadura militar, cujo uso da força para defender os interesses das classes dominantes sempre foi uma norma. 

Subsecretaria Nacional de Direitos Humanos, Justiça, Paz e Integridade da Criação
Juventude Franciscana do Brasil

Campanha da Fraternidade: A realidade tratada à luz do Projeto de Deus

A Campanha da Fraternidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) tornou-se uma especial manifestação de evangelização libertadora, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de problemas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus. É um caminho de diálogo com a sociedade na perspectiva da justiça social.

Foi no Nordeste semiárido, pobre, mas confiante em Deus, que nasceram estas atividades fecundas, fruto do Evangelho posto em prática. Desde 1963, a Campanha da Fraternidade tem sido uma atividade ampla de evangelização, desenvolvida na Quaresma, para ajudar os cristãos e pessoas de boa vontade a viverem a fraternidade em compromissos concretos. É considerada um momento de exercício de caridade transformadora em prol da superação de situações injustas e não cristãs. É um precioso meio para a evangelização no tempo quaresmal.

Nesse sentido, e fiel a tradição de cinco décadas, a Campanha da Fraternidade de 2014 objetiva identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-lo como violação da dignidade e da liberdade humana, mobilizando cristãos e a sociedade brasileira para erradicar esse mal, com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus.

Assim, nós da Jufra do Brasil, na vivência de nosso carisma Franciscano, nos juntaremos a toda a Igreja e suas pastorais nesta campanha. Alguns materiais já estão disponíveis nos blogs de DHJUPIC e AÇÃO EVANGELIZADORA. Preparem suas fraternidades e comunidades para juntos lutarmos contra essa triste realidade que se sustenta em um sistema injusto, em que o valor econômico sobressai ao valor da vida.

Igor Bastos
Subsecretário Fraterno Nacional de DHJUPIC

Washington Lima
Subsecretário Fraterno Nacional de Ação Evangelizadora

Juventude Sem Terra se organiza na luta para permanecer no campo

A participação da juventude no MST é fruto de um processo de construção coletiva, desde sua fundação em seus diferentes espaços, mas sobretudo na luta e na organização.
Vivemos em uma realidade marcada de desafios, e ao falarmos de juventude Sem Terra hoje, precisamos compreendê-la dentro do contexto em que se encontra o desenvolvimento do capitalismo no campo, os limites e desafios colocados para sua organização. 

Trabalhar com a juventude é fundamental na construção de qualquer projeto de sociedade. O MST é um movimento de luta e deve estar num processo permanente de renovação, buscando formas de inserir as novas gerações na luta pela transformação social.
A marcha nacional de 2005 pela Reforma Agrária foi um marco da necessidade de construir espaços em que os jovens pudessem ter participação mais orgânica no MST.
Neste processo se constroi a primeira Assembleia da Juventude, que resultou na criação do Coletivo Nacional de Juventude do MST. 
A juventude realiza diversas lutas em torno da Educação do Campo, trabalho e geração de renda, do direito de viver no meio rural e de políticas públicas para a juventude.
Desde 2010, como expressão conjunta das lutas, se organiza a Jornada Nacional da Juventude Sem Terra, em agosto. Este processo tem possibilitado construir um programa de formação e mobilização da juventude. 
Construímos também articulações com as organizações da Via Campesina e da juventude urbana em diversas lutas desde 2000, contribuindo na construção do Coletivo da Juventude Campo e Cidade, e posteriormente do Levante Popular da Juventude. E desde o ano passado contribuímos na organização da Jornada de Lutas da Juventude Brasileira.  
A questão da organização da juventude Sem Terra tem que ser entendida na luta e na construção da Reforma Agrária Popular.
Neste sentido, a auto-organização é uma dimensão fundamental, formando e ampliando os coletivos de juventude nos acampamentos e assentamentos, nas escolas, cooperativas, grupos culturais e de produção entre outras formas, para enfrentar os desafios do movimento e da Classe Trabalhadora.

Assim faremos da III Assembleia Nacional da Juventude durante o VI Congresso a expressão da criatividade, rebeldia e ousadia da Juventude Sem Terra. 

JUFRA NA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014 - Baixem os materiais ao lado!

                                      #FORMAÇÃO           #AE                 #DHJUPIC



“Deus não quer ver seus filhos sendo escravizados,

à semelhança e sua imagem, os criou.”



A todos/as os irmãos e irmãs da JUFRA do Brasil,

Subsecretários fraternos regionais para AE e DHJUPIC;

Subsecretários fraternos locais para AE e DHJUPIC;

Abraço fraterno de paz e bem!

Nos próximos dias ocorrerá o lançamento oficial da campanha da fraternidade 2014. Para proporcionar que a reflexão da campanha chegue a todas as fraternidades locais de JUFRA e que assim as fraternidades se organizem é que a JUFRA do Brasil se adianta nessa divulgação.

Diante dos trabalhos que a Igreja Católica no Brasil começa a realizar referente a Campanha da Fraternidade 2014, a juventude franciscana (JUFRA) sente-se convidada também a arregaçar as mangas e trabalhar em comunhão. Dentro dessa perspectiva, convidamos todos a reflexão do tema: “Fraternidade e tráfico humano”.

Observem que o assunto é propício ao tempo que vivemos, onde o tráfico humano é real 
no Brasil e no mundo, seja em uma dimensão laboral ou/e sexual.

Seguem para downloads nos blogs :

• Cartaz da campanha

• Hino (Vídeo e música)

• Carta dos Subsecretários Fraternos Nacionais para AE e DHJUPIC

• Dois slides formativos 

• Carta do Pe. Ari Antônio dos Reis (trabalho escravo)


Várias são as fontes de informação (sites e cartas) que estão disponíveis, peço que todas as fraternidades locais nas pessoas dos subsecretários locais de AE e DHJUPIC possam buscar as melhores alternativas para as leituras e posteriores reflexões em fraternidade. 

Sugerimos algumas ideias ,além do debate em fraternidade:

• Reflexão com diversos grupos jovens

• Reflexão em nível de Diocese (onde a Diocese não se mostrou ativa, buscar 

aberturas para a JUFRA promover a discussão).

• Nas reuniões: abertura ao ato de ouvir possíveis histórias de parentes, conhecidos que vivenciaram os problemas referidos, ou ainda, trazê-los a reunião.

Faremos o possível para que folhetos referentes a campanha cheguem em todas as fraternidade locais, esse trabalho ocorrerá em oportunidades de convívios como o encontro das áreas A e B em Maceió-Alagoas. 

Pedimos que cobrem materiais também aos representantes da igreja em suas dioceses e regiões.Que os irmãos jufristas possam encaminhar esse material, bem como, recolher (fotos e relatos das reuniões e atividades) para que entre para o acervo Nacional da JUFRA, mostrando abertura nas fraternidades para o debate.

Para acesso direto aos materiais e adesão de outros, acesse:

• http://jufraevangelizadora.blogspot.com.br/

• http://www.cnbb.org.br/campanhas/fraternidade

• http://www.paulinas.org.br/loja/?system=produtos&action=detalhes&produto=734594

Fraternalmente,

 Washington Lima dos Santos, JUFRA
Subsecretário Fraterno Nacional de Ação Evangelizadora

Igor Bastos, JUFRA
Subsecretário Fraterno Nacional de DHJUPIC